A raiva, a indiferença, o ódio.
todos me levam a fazer
romper ou quebrar
Tudo pelo impulso,
a falta do pensar,
da segunda opinião.
De um momento súbito
em que o animal vivente dentro de mim
toma conta...
E acaba... com o que o meu " racional" construiu.
Segundos depois,
me arrependo, muitas vezes, por deixar o impulso passar,
e não ter o aproveitado bem, seja para destruir o que estava quebrado,
ou até tentar reconstruir...
Porém, a fera já se escondeu,
e a vergonha roga,
para que esse impulso vá embora e nunca volte...
Mas... lá no fundo
espero ansiosamente
que a fera que o impulso traz, retorne,
e toda adrenalina e coragem que ganho,
voltem com ele...
Para que o ciclo se repita... e se repita...


Bom, poema, Vitor, você sabe manipular as palavras; seu texto me fez lembrar um pouco de quando eu era bem jovem ainda. Aproveite sua fase impulsiva, pois logo vem todas as doutrinas civilizadoras; e acredite, tornar-se um adulto com todas suas feras domesticadas não é algo de que se deva ter orgulho: é deprimente querer que seu lado fera volte e ele estar para sempre engaiolado. Nesse dia você será só um ser sem rosto no espelho.
ResponderExcluirkkkk ta deixa eu ver se entendi kkk vc lembrou de mim quando fez o texto e a foto que ilustra é de um lobo, oi(????) kkkkkk ta ne!
ResponderExcluirBrincadeira aparte, ficou legal!